"Luiz Carlos Prestes entrou vivo no Panteon da História. Os séculos cantarão a 'canção de gesta' dos mil e quinhentos homens da Coluna Prestes e sua marcha de quase três anos através do Brasil. Um Carlos Prestes nos é sagrado. Ele pertence a toda a humanidade. Quem o atinge, atinge-a." (Romain Roland, 1936)
Conquistar a hegemonia dos legítimos interesses dos trabalhadores na luta por uma democracia que seja política e social e por transformações revolucionárias que abram caminho para sua real emancipação da exploração capitalista é tarefa urgente das forças políticas comprometidas com a revolução socialista e o comunismo.
Última atualização em Sex, 09 de Dezembro de 2022 20:35
É muito presente na historiografia brasileira a tese de que o ingresso de Luiz Carlos Prestes no PCB, em 1934, teria trazido o militarismo (entendido como golpismo) para a direção partidária. Edgard Carone parece ter sido o pioneiro dessa tese, ao afirmar que o “ex-tenentismo (...) vai tornar-se determinante no PCB”.